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Fundo terá correção pela Selic e poderá ampliar atendimento da Justiça

Medida prevê recursos permanentes para serviços judiciais, infraestrutura e assistência jurídica gratuita pela DPU.

Fundo terá correção pela Selic e poderá ampliar atendimento da Justiça

A criação de uma fonte permanente de recursos para o sistema de Justiça poderá financiar ações de atendimento à população, melhorias estruturais e o funcionamento dos órgãos judiciais. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado.

O fundo reunirá valores pagos às instituições do setor, incluindo custas judiciais e taxas cobradas durante processos. O montante acumulado será reajustado anualmente pela Taxa Selic, conforme a previsão da medida.

Entre as iniciativas que poderão receber recursos estão mutirões e programas de Justiça itinerante. A finalidade é levar serviços judiciais a regiões com maior dificuldade de acesso. O dinheiro também poderá ser aplicado no fortalecimento da Defensoria Pública da União (DPU), que oferece assistência jurídica gratuita a pessoas sem condições de pagar um advogado.

A proposta busca garantir uma receita contínua para ampliar os serviços do sistema de Justiça e contribuir para a eficiência do Judiciário.

Declarações de Fachin

Durante um evento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que o diálogo entre as instituições e o direcionamento de recursos ao sistema de Justiça podem melhorar o atendimento à população. Para ele, fortalecer a Justiça também significa reforçar o Estado Democrático de Direito e a democracia.

Fachin declarou que nenhuma autoridade está acima da Constituição e que nenhum poder se sobrepõe à lei. Ele também disse que os acontecimentos recentes exigem respeito à legalidade, ao devido processo legal e às garantias constitucionais.

O ministro apontou três prioridades para sua gestão: criar um código de ética para os ministros do STF, concluir o inquérito das fake news e modernizar o sistema de Justiça.

As declarações ocorreram durante a crise que envolve ministros do STF, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal nas investigações relacionadas ao Banco Master. O episódio aumentou a tensão interna na Corte e levou Fachin a conduzir procedimentos ligados a pedidos apresentados pelos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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