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Governo esclarece que Bolsa Família não tem 13° salário previsto

Ministério afirma que o pagamento extra ocorreu somente uma vez e que proposta sobre abono natalino ainda tramita na Câmara.

Governo esclarece que Bolsa Família não tem 13° salário previsto
Foto: Foto Reprodução/Montagem/TV Foco/Canva/Paola

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informou que não existe 13° salário do Bolsa Família. Segundo o órgão, o pagamento extra foi realizado somente uma vez e não faz parte atualmente dos valores regulares do programa.

A manifestação foi feita diante da circulação de informações sobre um possível abono para as famílias beneficiárias. Até o momento, não há pagamento adicional confirmado pelo Governo Federal. Por isso, os beneficiários devem considerar apenas os valores normais do programa ao planejar a renda.

Projeto em análise

Existe uma proposta em tramitação na Câmara dos Deputados para criar um abono natalino destinado às famílias que recebem o Bolsa Família. O Projeto de Lei 4964/25 pretende alterar a Lei 14.601/23 e incluir o pagamento extra no programa.

Se for aprovado e transformado em lei, o benefício seria pago no mês de dezembro. O cálculo previsto levaria em conta o valor recebido por cada beneficiário e a quantidade de meses em que a família recebeu o Bolsa Família durante o ano.

A proposta foi apresentada pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, a partir de uma sugestão encaminhada pelo Centro de Desenvolvimento Social Macaé / Convida – RJ. Os defensores do projeto afirmam que a medida garantiria um fim de ano mais digno para famílias em situação de vulnerabilidade.

A justificativa também compara a situação dos beneficiários de programas sociais com a de trabalhadores contratados pelo regime CLT e aposentados, que recebem 13° salário.

Tramitação

O projeto ainda está no início da análise e precisa passar por comissões da Câmara dos Deputados. Entre elas estão a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; a Comissão de Finanças e Tributação; e a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Depois dessa etapa, a proposta ainda teria de ser votada no plenário da Câmara e no Senado. Apenas após a aprovação completa poderia virar lei. Caso avance, o governo ainda poderá regulamentar a forma e o período do pagamento.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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