O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou um aumento de R$ 500 milhões nos subsídios do Minha Casa Minha Vida para o exercício de 2026. Com a decisão, o orçamento destinado às faixas 1 e 2 do programa habitacional chegará a R$ 13 bilhões no próximo ano.
A ampliação foi solicitada pelo Ministério das Cidades. Os recursos específicos para os subsídios dessas faixas passarão de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões. O público atendido é formado por famílias com rendimento mensal de até R$ 5 mil.
Segundo Johnny Ferreira dos Santos, coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, a verba adicional deve ajudar a evitar gargalos operacionais. A medida também permitirá o remanejamento do fluxo financeiro entre agências e bancos operadores do sistema, com o objetivo de dar mais agilidade à concessão dos benefícios.
Outras destinações do FGTS
Os demais orçamentos do FGTS foram mantidos conforme a estrutura aprovada anteriormente. O montante global para operações habitacionais continua em R$ 144,5 bilhões.
Para saneamento básico e infraestrutura urbana, foram fixados R$ 8 bilhões para cada setor. Também foram reservados R$ 8,5 bilhões para ações na área da saúde.
A discussão sobre as metas fiscais e os subsídios do ciclo plurianual de 2027 a 2029 não foi concluída. A definição foi adiada para a próxima plenária do conselho, prevista para o final do mês de outubro.




