BELO HORIZONTE — A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar quatro rompimentos de adutoras da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), registrados entre agosto e setembro, além de vandalismo e furto de equipamentos do sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.
A hipótese de sabotagem foi levantada a partir de análises iniciais feitas pela própria Copasa, conforme informou o Ministério Público. A companhia afirmou que combinou com a promotoria uma atuação conjunta para acompanhar os casos e realizar a apuração técnica das ocorrências na rede de abastecimento da Grande BH.
Ocorrências registradas
O primeiro rompimento ocorreu em 19 de agosto, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, na Região Oeste de Belo Horizonte. A água alagou vias e entrou em imóveis.
Em 5 de setembro, houve rompimento na Praça Guimarães Rosa, no bairro Cidade Nova, na Região Nordeste da capital. Dois dias depois, a ocorrência foi registrada na Rua Cetano Pirri, no bairro Milionários, na Região do Barreiro.
Em 8 de setembro, uma emenda se rompeu às margens da BR-040, no bairro Kennedy, em Contagem, na Grande BH. Já em 10 de setembro, o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha foi alvo de vandalismo e furto.



