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Copasa relata ao Ministério Público suspeita de sabotagem em adutoras

Companhia informou que houve quatro rompimentos entre agosto e setembro e dano ao sistema antiodor da Lagoa da Pampulha.

Copasa relata ao Ministério Público suspeita de sabotagem em adutoras

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que suspeita de sabotagem em quatro rompimentos recentes de adutoras na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No mesmo período, o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha também foi danificado.

A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, se reuniu com autoridades do MPMG nesta segunda-feira (14). Conforme o Ministério Público, ela afirmou que a hipótese foi levantada a partir de análises iniciais feitas pela própria companhia.

A Copasa procurou o órgão para pedir apoio na identificação das causas das ocorrências e colocar suas equipes técnicas à disposição. As instituições também combinaram uma atuação conjunta para acompanhar os casos e realizar a apuração técnica, com participação dos órgãos de segurança pública.

A empresa informou que o objetivo é verificar se os episódios foram provocados por fatores operacionais ou por interferências externas. O Ministério Público poderá abrir uma investigação caso identifique irregularidades nas informações apresentadas pela Copasa.

Ocorrências registradas

O primeiro rompimento ocorreu em 19 de agosto, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, na Região Oeste de Belo Horizonte. A água alagou ruas e entrou em imóveis.

Em 5 de setembro, houve rompimento na Praça Guimarães Rosa, no bairro Cidade Nova, na Região Nordeste da capital. Dois dias depois, em 7 de setembro, uma ocorrência foi registrada na Rua Cetano Pirri, no bairro Milionários, na Região do Barreiro.

Em 8 de setembro, uma emenda se rompeu às margens da BR-040, no bairro Kennedy, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Já em 10 de setembro, o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, sofreu vandalismo e furto.

Em nota, a Copasa informou que a atuação conjunta com o MPMG busca apurar as causas dos episódios e preservar a infraestrutura hídrica e a prestação dos serviços de saneamento à população.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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