Salvador, Sábado, 19 de setembro de 2026
Salvador 22°C 22° / 26° Mega-Sena 3059: 1 · 2 · 7 · 18 · 33 · 35
Perto de você
Entretenimento

Quatro atores mirins da Globo que tiveram mortes trágicas

Fernando Almeida, Caio Junqueira, Rafael Miguel e João Rebello começaram na televisão ainda crianças e morreram em diferentes circunstâncias.

Quatro atores mirins da Globo que tiveram mortes trágicas
Foto: Reprodução

Quatro atores que iniciaram a carreira na infância e passaram pela Globo tiveram suas trajetórias interrompidas em situações trágicas. Fernando Almeida, Caio Junqueira, Rafael Miguel e João Rebello trabalharam em novelas, séries e filmes antes de morrerem em diferentes circunstâncias.

Fernando Almeida começou nas novelas aos seis anos e participou de produções como Livre Para Voar, Sinhá Moça e O Outro. Em 1988, interpretou Gildo na primeira versão de Vale Tudo, personagem que era acolhido por Raquel, vivida por Regina Duarte. Seu último trabalho foi em A Padroeira, em 2001. Três anos depois, aos 29 anos, Fernando foi assassinado a tiros após um episódio em um baile funk no Rio de Janeiro.

Caio Junqueira estreou aos oito anos e chegou à Globo pouco depois, com participação em Armação Ilimitada. Na fase adulta, atuou na televisão e no cinema, incluindo o filme Tropa de Elite. Em janeiro de 2019, sofreu um acidente de carro no Rio de Janeiro. Levado ao hospital, passou por cirurgias, mas não se recuperou dos ferimentos. O ator morreu aos 42 anos.

Rafael Miguel apareceu em um comercial de televisão ainda criança. Em 2006, aos pouco mais de dez anos, participou da minissérie JK, da Globo, e também esteve em Pé na Jaca. Mais tarde, ganhou destaque em Chiquititas. Em junho de 2019, aos 22 anos, foi assassinado junto com os pais ao chegar à casa da família da namorada para conversar sobre o relacionamento.

João Rebello estreou aos sete anos, em Cambalacho. Depois, atuou em Bebê a Bordo, Vamp e Deus nos Acuda. Seu último trabalho na televisão foi em Zazá, em 1997. Após deixar a atuação, passou a trabalhar como DJ e vivia em Trancoso, na Bahia. Em outubro de 2024, aos 45 anos, morreu a tiros após, segundo os relatos sobre o caso, ter sido confundido com um criminoso.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.