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Água de arroz pode complementar cuidados e suavizar a aparência de manchas

Preparação caseira pode ajudar na hidratação e na luminosidade, mas não substitui tratamentos dermatológicos nem o protetor solar.

Água de arroz pode complementar cuidados e suavizar a aparência de manchas
Foto: Reprodução/Freepik

A água de arroz pode ser usada como complemento na rotina de cuidados com a pele. A preparação é feita com o líquido obtido depois que o arroz fica de molho e é associada à hidratação, à luminosidade e a uma aparência mais uniforme do rosto.

De acordo com a Garnier, a mistura concentra compostos presentes no arroz, como vitaminas, aminoácidos, minerais e antioxidantes. Esses componentes podem contribuir para uma pele com aspecto mais viçoso e confortável, mas ainda há poucas pesquisas científicas sobre a aplicação direta da água de arroz no rosto.

Uma revisão publicada no Journal of Drugs in Dermatology também apontou limitações nas evidências disponíveis. No caso da hiperpigmentação, a água de arroz apresentou principalmente resultados de estudos laboratoriais. Por isso, não deve ser considerada um método comprovado para eliminar manchas.

Preparo e aplicação

Para fazer a versão sem fermentação, a Garnier orienta lavar meia xícara de arroz e deixá-la de molho em duas xícaras de água filtrada por aproximadamente 30 minutos. Depois, a mistura deve ser coada e guardada em um recipiente limpo.

A aplicação pode ser feita após a limpeza do rosto, com algodão ou borrifador. Também existe a versão fermentada: depois do preparo inicial, a água fica em temperatura ambiente durante 24 a 48 horas e, em seguida, é levada à geladeira.

Segundo a Garnier, a versão sem fermentação tende a ser mais suave. A fermentada tem maior acidez e pode causar irritação em peles sensíveis. Ardência, vermelhidão ou desconforto são sinais para interromper o uso.

Proteção contra manchas

A proteção solar continua sendo uma parte central dos cuidados. A Academia Americana de Dermatologia recomenda um protetor de amplo espectro com FPS 30 ou superior. A exposição à luz pode piorar a hiperpigmentação, principalmente em pessoas com tons de pele mais escuros. Nesses casos, podem ser considerados produtos com cor e óxido de ferro.

Manchas também podem estar relacionadas a acne, inflamações e condições como melasma. Identificar a causa ajuda a orientar o cuidado adequado e a evitar produtos que irritem a pele. Para manchas persistentes, mudanças importantes ou sinais de irritação, a avaliação dermatológica é indicada para investigar a origem e definir o tratamento.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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