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Augusto Cury diz que instituições perderam credibilidade e pede responsabilidade pública

Candidato criticou a polarização no STF, defendeu a responsabilização de autoridades e afirmou que a dor humana não tem partido.

Augusto Cury diz que instituições perderam credibilidade e pede responsabilidade pública
Foto: Fabiano Minatto/EPTV

O escritor Augusto Cury afirmou que a população deixou de confiar em instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu que pessoas em cargos públicos respondam à Justiça caso não comprovem a própria inocência. Candidato à Presidência da República pelo Avante, ele participou de uma palestra em uma igreja na Zona Leste de Ribeirão Preto, cidade onde mora.

Em entrevista, Cury classificou como triste a perda de credibilidade das instituições. “As pessoas não estão confiando mais nas instituições”, declarou.

O candidato aparece em terceiro lugar na mais recente pesquisa de intenção de votos do Datafolha. Durante a palestra, ele disse que ministros do Supremo precisam servir de exemplo de honestidade, sem citar nomes. Também afirmou que já ofereceu treinamentos gratuitos à Associação de Magistrados do Brasil e ao Ministério Público.

Cury criticou ainda a polarização política no STF. O cenário se tornou mais evidente depois que o ministro André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens e contatos entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Em resposta, Moraes encaminhou ao presidente do STF, Edson Fachin, um pedido de investigação contra Mendonça no âmbito do inquérito das fake news. O ministro apontou fortes indícios de improbidade, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria dos casos Master e INSS.

Críticas à divisão política

O escritor também afirmou que a divisão do país afeta famílias e dificulta a discussão política dentro de casa. Para ele, questões como violência doméstica e desemprego estão acima das ideologias e da “guerra insana de egos” que, segundo sua avaliação, se prolonga no Brasil.

Cury defendeu que o debate democrático preserve as diferenças de opinião. “A beleza está na divergência”, disse. Ele também afirmou que mais de 90% das dores humanas não têm cor partidária e que o país não deveria ser tratado como se estivesse dividido em dois lados irreconciliáveis.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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