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Renan Santos pede vídeos de apoiadores após suspensão de propaganda pelo TSE

Candidato afirma que a decisão de Dias Toffoli pode ampliar sua exposição, mas contesta a justificativa usada para suspender suas redes.

Renan Santos aposta em crescimento após decisão de Toffoli e convoca apoiadores a gravarem vídeos: 'Produzam conteúdo aos milhares'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão/Estadão

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, convocou apoiadores a produzirem vídeos depois que o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu sua propaganda eleitoral digital e sua participação em debates.

Em áudio divulgado na madrugada desta terça-feira, 1º, no perfil de Renan no Valete Plus, o candidato afirmou que pode ganhar visibilidade com a decisão. "Se eu sobreviver a essa treta, eu vou ter alguma reação interessante em pesquisa", declarou.

Renan disse que a campanha precisa reduzir os impactos causados pela falta de redes sociais e pediu que os apoiadores publiquem vídeos explicando por que votam nele e comentando a decisão. "Produzam conteúdo aos milhares", afirmou, ao solicitar a participação de 10, 20 ou 30 mil pessoas durante dois ou três dias.

O debate chamado Momento da Decisão está previsto para 14 de setembro, às 22h. O encontro reunirá os principais candidatos à Presidência.

Motivo da suspensão

A decisão de Toffoli teve como base irregularidades na declaração das redes sociais que seriam utilizadas pela candidatura durante a campanha. Renan e o candidato a vice-presidente, Aroldo Medina, registraram a chapa no TSE em 7 de agosto, mas não informaram todos os perfis previstos para a propaganda eleitoral.

A lista foi complementada em 19 de agosto, 12 dias depois do pedido de registro. Ao todo, 16 perfis foram apresentados posteriormente à Justiça Eleitoral.

Para Toffoli, a comunicação fora do prazo é relevante porque contas não declaradas previamente podem continuar submetidas aos sistemas de recomendação das plataformas. Isso permitiria que publicações fossem sugeridas a usuários que ainda não acompanhavam a candidatura.

O ministro avaliou que a omissão poderia dar vantagem à campanha enquanto os perfis não estivessem submetidos ao controle da Justiça Eleitoral.

Renan contestou a decisão. Ele afirmou que a campanha teve problemas no sistema usado pelo TSE para cadastrar as redes sociais, que as falhas foram comunicadas ao tribunal e que outros candidatos também teriam enfrentado dificuldades. O candidato disse ainda que a equipe corrigiu as informações antes de qualquer solicitação do Ministério Público.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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