Renan Santos critica eleitor, rejeita apoios e ataca Flávio Bolsonaro
Candidato do Missão disse que não apoiará outro nome no segundo turno e defendeu pena de morte, prisão perpétua e aumento de penas.
Candidato do Missão disse que não apoiará outro nome no segundo turno e defendeu pena de morte, prisão perpétua e aumento de penas.
Candidato do Missão à Presidência prevê frentes de trabalho e perda do benefício após três recusas de emprego.
Candidato do Missão afirmou ter provas de contatos com a rede americana e disse que pretende apresentar os dados à imprensa.
Em agenda eleitoral em Joinville, candidato do Missão criticou o bolsonarismo e apresentou propostas para segurança e gestão pública.
Candidato do Missão também chamou Flávio Bolsonaro de “estúpido” e disse não reconhecer Alexandre de Moraes como ministro legítimo.
Candidato do Missão defendeu mudanças fiscais, criticou o Supremo e disse ser pessoalmente favorável à pena de morte.
Candidato do Missão quer concentrar recursos públicos em ciência, tecnologia, engenharia e matemática e chama Fies e ProUni de “fiascos”.
Candidato do Missão afirmou que tráfico de drogas na América Latina nunca foi resolvido pelos Estados Unidos.
Candidato à Presidência chamou de “ridícula” a disputa entre Alexandre de Moraes, André Mendonça e Flávio Dino.
Durante evento do MBL em Florianópolis, pré-candidato do Missão também criticou Romeu Zema e Ronaldo Caiado.
Registro de Aroldo Medina também foi validado; 11 chapas já receberam autorização da Justiça Eleitoral para a disputa de 2026.
Candidato do Missão mudou de posição sobre o Supremo e também criticou decisões de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Legenda de Renan Santos quer retirar o sigilo de informações sobre o caso do INSS e o inquérito das fake news antes das eleições.
Pré-candidato do Partido Missão também questionou o Novo e apresentou propostas para economia, educação, segurança pública e política externa.
Candidato do Missão criticou eleitores e atacou possíveis governos de Lula e Flávio Bolsonaro durante ato em São Paulo.
Candidato do Missão protocolou pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e teve redes bloqueadas por decisão do TSE.
Candidato do Missão voltou às redes depois que Dias Toffoli suspendeu a restrição imposta durante a campanha.
Candidato afirma que a decisão de Dias Toffoli pode ampliar sua exposição, mas contesta a justificativa usada para suspender suas redes.
Augusto Cury respondeu com ironia, disse respeitar o adversário e defendeu que os candidatos apresentem propostas ao eleitorado.
Procuradoria-Geral Eleitoral apura possível abuso de poder e captação ilícita de recursos na campanha do candidato do Missão.