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Renan Santos defende confronto com STF e propõe nova Constituição

Candidato do Missão mudou de posição sobre o Supremo e também criticou decisões de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Renan Santos diz que próximo presidente da República 'deverá ir para o enfrentamento contra STF'
Foto: Reprodução

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (8) que o próximo chefe do Executivo deverá confrontar o Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita em entrevista à TV Jovem Pan, durante comentários sobre os desdobramentos do caso Master e relatórios da Polícia Federal que registraram mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e autoridades dos Três Poderes, incluindo o ministro Alexandre de Moraes.

O candidato disse ter mudado de posição. Segundo Renan, inicialmente ele pretendia evitar um enfrentamento direto com o STF caso fosse eleito. Agora, defende a retirada de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli do tribunal se a composição atual for mantida.

Renan também afirmou que não reconhecerá decisões dos dois ministros, a quem chamou de "ministros ilegítimos". Ele alegou que Moraes e Toffoli teriam atuado em favor de um banco corrupto que, segundo sua avaliação, comprou a República.

Críticas a Dias Toffoli

Durante a entrevista, o presidenciável comentou a decisão de Dias Toffoli que suspendeu o direito de ele fazer campanha eleitoral pelas redes sociais. A medida foi tomada após uma inconsistência na declaração das redes sociais do candidato.

Renan classificou a decisão como uma "canetada por vingança". Em outra entrevista, concedida à Mathias TV também nesta terça-feira, ele disse ter ficado surpreso com o teor da decisão e afirmou que Toffoli recuou depois de ser pressionado.

Proposta de nova Constituição

Entre as propostas apresentadas, Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição. Para ele, a Carta Magna atual impede o crescimento econômico brasileiro e avanços relacionados à soberania.

O candidato também propôs uma reforma política com a eleição de uma nova Assembleia Constituinte. Pela ideia apresentada, brasileiros escolhidos para participar do processo ficariam impedidos de exercer atividade política por 12 anos após o trabalho constituinte.

Renan disse que a restrição serviria para afastar da Assembleia pessoas interessadas em fazer negócios ou construir carreiras políticas. Ele também avaliou que, com a composição atual do Congresso Nacional, uma nova Constituição poderia ser prejudicial.

Ataques a adversários

Nas entrevistas, o candidato criticou Augusto Cury, do Avante, e afirmou que o escritor não sustenta suas posições diante de questionamentos. Renan também mencionou Flávio Bolsonaro ao falar sobre as acusações relacionadas a Daniel Vorcaro.

Ao comentar a crise, o candidato afirmou que Lula será envolvido no episódio e citou ministros do STF, entre eles Dino, Gilmar, Toffoli e Alexandre de Moraes. Renan associou os magistrados ao presidente da República.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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