Andreas Von Richthofen tentou marcar um encontro com a irmã, Suzane Von Richthofen, 15 anos após o assassinato dos pais. A informação foi relatada pelo jornalista Ullisses Campbell, autor do livro Suzane: Assassina e Manipuladora.
De acordo com Ullisses Campbell, Andreas enviou uma mensagem para confirmar a identidade da pessoa com quem falava: “Você é quem eu estou pensando?”. Depois da tentativa de contato, ele teria desistido da visita após sofrer um forte abalo psicológico e ficar fragilizado.
Desde então, Andreas mantém distância de Suzane e vive recluso em um sítio herdado da família, localizado em São Roque (SP). O irmão, que preserva a discrição sobre a vida pessoal, ainda convive com marcas deixadas pelo crime que matou Marísia e Manfred.
O crime e a condenação
Em 2002, Suzane von Richthofen namorava Daniel Cravinhos, mas o relacionamento não tinha o apoio das famílias. Diante da situação, Suzane, Daniel e o irmão de Daniel criaram um plano para simular um latrocínio e matar o casal Richthofen.
Em 31 de outubro de 2002, Suzane abriu a porta da mansão da família, no Brooklin, em São Paulo, para permitir a entrada dos irmãos Cravinhos. Na sequência, eles foram ao segundo andar do imóvel e mataram Marísia e Manfred com golpes de marreta na cabeça.
Suzane foi condenada a 39 anos de prisão em regime fechado. Em 2015, passou a cumprir a pena em regime semiaberto. O texto também informa que ela começou recentemente a gravação de um documentário para a Netflix e recebeu uma fortuna para expor detalhes da própria vida.



