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Aprovação da resposta de Trump ao surto de sarampo fica em 19% nos EUA

Pesquisa aponta redução na confiança em vacinas infantis e associa o cenário ao avanço da doença e às mudanças na política federal.

Aprovação da resposta de Trump ao surto de sarampo fica em 19% nos EUA

Apenas 19% dos norte-americanos aprovam a forma como Donald Trump tem conduzido o surto de sarampo, enquanto 52% desaprovam. Os dados fazem parte de uma pesquisa online nacional com 1.143 adultos, cuja margem de erro é de 3 pontos percentuais.

O levantamento também indica que 76% dos entrevistados consideram seguras para crianças as vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola. O percentual era de 84% em maio de 2020. A perda de confiança foi mais acentuada entre republicanos, embora a vacinação infantil ainda tenha apoio da maioria formada por democratas e republicanos.

Casos e cobertura vacinal

Os Estados Unidos enfrentam o maior surto de sarampo em 35 anos. Mais de 3.000 casos foram confirmados neste ano, e a Pensilvânia informou três mortes relacionadas à doença nas últimas semanas. Também há surtos em Utah e na Carolina do Sul.

A cobertura média entre crianças do jardim de infância caiu para 92,5% no ano passado, conforme dados do CDC. O índice ficou abaixo dos 95% apontados por especialistas como necessários para alcançar a imunidade coletiva e proteger pessoas que não podem receber a vacina.

O sarampo é altamente contagioso e pode provocar febre, erupção cutânea e problemas respiratórios. A vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola tem 97% de eficácia na prevenção da infecção após duas doses. A aplicação costuma ocorrer entre 12 e 15 meses de idade e novamente entre 4 e 6 anos.

Mudanças no calendário federal

Em agosto, Trump assinou um decreto que prevê a redução de 17 para 11 no número de imunizações do calendário federal de vacinação infantil. Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde e antigo ativista antivacina, vem defendendo a redução da quantidade de vacinas destinadas às crianças e uma reformulação da política de imunização do país.

A pesquisa foi realizada ao longo de quatro dias e concluída na segunda-feira. O sarampo havia praticamente desaparecido dos Estados Unidos por mais de duas décadas, antes do ressurgimento consolidado nos últimos anos, após a queda nas taxas de vacinação.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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