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Lula critica classificação de facções e compara plano de golpe a terrorismo

No Rio, o presidente voltou a contestar a decisão de Trump sobre o CV e o PCC e citou plano para matar autoridades.

Lula critica classificação de facções e compara plano de golpe a terrorismo

O presidente Lula voltou a criticar a decisão de Donald Trump de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Durante agenda no Rio de Janeiro, ele também afirmou que o plano de golpe de 2022 se enquadrava em terrorismo de Estado.

Lula disse que as facções representam uma forma de terrorismo para moradores de áreas periféricas, estudantes e pessoas submetidas à cobrança de pedágios por serviços e benefícios. “Estamos falando de terrorista na periferia”, afirmou.

Plano citado por Lula

Ao comentar a tentativa de golpe, o presidente mencionou o plano “Punhal Verde e Amarelo”, identificado pela Polícia Federal. Segundo as investigações, o documento foi elaborado pelo general da reserva Mario Fernandes, que ocupou o cargo de secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo Bolsonaro.

Lula afirmou que Jair Bolsonaro integrou um grupo terrorista ao planejar a ruptura institucional. Também disse que o plano previa matar o próprio presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. “Isso é terrorismo de Estado”, declarou.

Críticas à decisão dos Estados Unidos

A manifestação ocorreu dois dias depois de o governo Trump afirmar que o Brasil “falhou em confrontar” o PCC e o CV. A avaliação foi incluída em documento enviado pela Casa Branca ao Congresso americano na terça-feira (15). O texto também apontou que as duas facções transformaram o país em um centro para o fluxo global de cocaína.

Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas em maio.

Durante o evento no Rio de Janeiro, Lula assinou convênios voltados a dificultar a logística do crime organizado e permitir a retomada de territórios dominados por organizações criminosas. Ele ainda criticou a interferência de políticos na área de segurança pública e citou declarações do governador Ricardo Couto sobre a influência de deputados em repartições estaduais.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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