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Saúde

Unidades móveis zeram fila de tomografia em Canoas e ampliam atendimentos no RS

Carretas do programa já fizeram cerca de 31,7 mil procedimentos e atenderam 16,4 mil pessoas em 21 municípios gaúchos.

Unidades móveis zeram fila de tomografia em Canoas e ampliam atendimentos no RS

A fila de tomografias foi zerada em Canoas, no Rio Grande do Sul, após a demanda do município ser totalmente atendida pelas unidades móveis do programa Agora Tem Especialistas. Em todo o país, 170 filas também foram encerradas em 88 municípios de 22 estados.

As carretas oferecem consultas e exames para investigação e acompanhamento de doenças. Entre os procedimentos realizados no Brasil estão mais de 110 mil tomografias e 80 mil cirurgias de catarata pelas unidades voltadas à oftalmologia.

No Rio Grande do Sul, as unidades móveis já fizeram cerca de 31,7 mil procedimentos e atenderam aproximadamente 16,4 mil pessoas. Os serviços foram oferecidos em 21 municípios, incluindo Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Pelotas, Rio Grande, Bagé, Camaquã, Cachoeirinha, Estância Velha, Santa Rosa, Santa Cruz do Sul, Sapucaia do Sul, Torres, Uruguaiana, Farroupilha, Gravataí, Santo Antônio da Patrulha, Tramandaí, Campo Bom, Rosário do Sul e Viamão.

Estrutura disponível no estado

Cinco carretas estão em operação no estado. Duas são destinadas à Saúde da Mulher e estão em Gravataí e Santo Antônio da Patrulha. Outras duas oferecem exames de imagem, em Tramandaí e Farroupilha. A quinta unidade atende a área de oftalmologia, em Campo Bom.

Na área de Saúde da Mulher, os atendimentos incluem mamografias, ultrassonografias e outros procedimentos para investigar alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero.

Em todo o Brasil, o programa conta com 120 carretas, que já ultrapassaram 1 milhão de procedimentos e beneficiaram 410 mil pessoas em 4.290 municípios. A previsão do Ministério da Saúde é chegar a 150 unidades móveis até o fim do ano.

Os atendimentos são gratuitos e destinados a pacientes do SUS encaminhados e agendados pela rede pública. As unidades podem ser enviadas a municípios e regiões com maior demanda por serviços especializados. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, levar as carretas às cidades aproxima o atendimento da população e reduz a espera por consultas, exames e cirurgias.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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