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Kalil questiona renúncia de R$ 27 bilhões e cita dívida de Minas em encontro empresarial

Candidato também criticou governos recentes, defendeu mudanças no Propag e apresentou o Refis como referência para renegociar débitos estaduais.

Kalil questiona renúncia de R$ 27 bilhões e cita dívida de Minas em encontro empresarial

Alexandre Kalil (PDT) questionou, nesta segunda-feira (14), a previsão de R$ 27 bilhões em incentivos fiscais para 2027 enquanto Minas Gerais projeta um déficit de mais de R$ 7 bilhões no mesmo ano. A declaração foi feita durante encontro com diretores da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), que discutiu propostas para o desenvolvimento econômico do Estado.

O candidato ao governo de Minas afirmou que a política de renúncias fiscais precisa ser compatível com a situação das contas públicas. Para Kalil, a manutenção desse cenário impede a reorganização financeira do Estado. “A conta não fecha. Isso é conta de criança”, declarou.

Dívida e capacidade de investimento

Kalil também defendeu a renegociação da dívida de Minas com a União como uma das prioridades de um eventual governo. Ele afirmou que os juros e as amortizações consomem parte expressiva do orçamento mineiro e propôs rever as regras do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

Na avaliação do candidato, a mudança poderia ampliar os recursos destinados a saúde, segurança e infraestrutura. Ele citou o Programa de Recuperação Fiscal (Refis), adotado durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como referência para um modelo de refinanciamento da dívida estadual.

Críticas a governos e defesa de programas anteriores

Durante a reunião, Kalil criticou os últimos 12 anos de administração em Minas e mencionou os ex-governadores Fernando Pimentel (PT) e Romeu Zema (Novo), além do atual governador, Mateus Simões (PSD). Ele classificou o período como de abandono do Estado e comparou as gestões com administrações anteriores de Aécio Neves.

O candidato citou o ProAcesso e o ProHosp, programas associados ao governo de Aécio e voltados, respectivamente, à infraestrutura rodoviária e à descentralização da saúde pública. Também elogiou a construção da Cidade Administrativa, que, segundo ele, facilita o atendimento aos prefeitos.

Kalil já relatou ter mantido proximidade com Aécio Neves e afirmou que os dois passaram a ter desentendimentos a partir da eleição municipal de Belo Horizonte, em 2016. Em 2026, a aproximação política teve novo capítulo com a escolha do ex-deputado federal Carlos Mosconi (PSDB) como candidato a vice-governador na chapa de Kalil. Na disputa municipal mencionada, Kalil venceu João Leite (PSDB).

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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