Paulo Angioni, ex-dirigente do Flamengo, morreu na madrugada deste sábado (12), aos 80 anos. O executivo de futebol tratava um câncer no pâncreas desde o início de setembro, no Rio de Janeiro. Após a morte, o Clube de Regatas do Flamengo publicou uma nota de pesar e prestou homenagem ao profissional.
O Flamengo destacou a trajetória de Angioni no futebol brasileiro e afirmou que ele foi pioneiro na função de diretor executivo de futebol no país. O clube também ressaltou que o dirigente acumulou mais de quatro décadas de atuação, com passagens por equipes brasileiras e pela Seleção Brasileira.
“Pioneiro na função de diretor executivo de futebol no Brasil”, afirmou o Flamengo na nota. A instituição também manifestou solidariedade aos familiares, amigos e às pessoas que conviveram com Angioni durante sua trajetória.
Carreira no futebol
Angioni começou a carreira no início de 1980. Naquele período, deixou o clube Municipal, na Tijuca, para trabalhar no Vasco. A partir daí, construiu uma trajetória que passou por alguns dos principais clubes do país.
Além do Flamengo, o executivo trabalhou em Palmeiras, Corinthians, Bahia, Olaria e Fluminense. Ele também teve atuação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde foi supervisor da Seleção Brasileira em 1989 e 1990.
No Flamengo, Paulo Angioni exerceu o cargo de diretor de futebol entre 1993 e 1997. A atuação no clube fez parte de uma carreira marcada pela gestão do futebol e pela participação na organização dos departamentos das equipes por onde passou.
A trajetória do dirigente também esteve ligada à consolidação da função de diretor de futebol como uma área central na estrutura dos clubes brasileiros. A influência de Angioni foi reconhecida por profissionais do setor, de acordo com as informações apresentadas na homenagem do Flamengo.



