O Flamengo tem dez jogadores estrangeiros no elenco e avalia alternativas diante da redução gradual do limite de atletas de outros países relacionados por partida no futebol brasileiro. A mudança começa em 2027 e foi aprovada pela CBF com apoio de clubes das Séries A e B.
Arrascaeta é o estrangeiro há mais tempo no Brasil entre os jogadores do atual elenco. O uruguaio chegou ao país em 2015, quando defendia o Cruzeiro, e foi contratado pelo Flamengo em 2019. O processo de cidadania brasileira foi iniciado em 2023 e avançou em algumas etapas, mas ainda depende da resolução de questões administrativas.
Situação de Rossi e dos demais estrangeiros
Rossi, que está no Flamengo desde 2023, ainda não começou o processo. O goleiro afirmou que, para um argentino, seriam necessários quatro anos de residência no Brasil. Ele disse já estar há três anos no país e também declarou não saber se a cidadania deixaria de contar para o limite de estrangeiros.
“Não tenho nenhum trâmite em processo, nada disso”, afirmou Rossi.
Guillermo Varela e Erick Pulgar são os outros jogadores mais antigos do grupo estrangeiro. Os dois estão elegíveis desde 2026. De la Cruz e Plata poderão pedir a cidadania em 2028, enquanto Saúl e Carrascal estarão elegíveis em 2029. Valencia e Freitas poderão fazer o pedido em 2030.
A lista considera os seguintes contratos: Rossi até Dez/2027; Arrascaeta até Dez/2028; Varela até Dez/2027; Pulgar até Dez/2029; De la Cruz até Jun/2028; Saúl até Dez/2028; Plata até Jun/2029; Carrascal até Jun/2029; Valencia até Dez/2031; e Freitas até Dez/2031.
Para obter a cidadania brasileira, o estrangeiro precisa cumprir quatro anos de residência no país, além de atender a exigências relacionadas à permanência e a procedimentos burocráticos. Se Arrascaeta, Rossi, Varela e Pulgar obtiverem a cidadania, o Flamengo reduziria de dez para seis o número de estrangeiros no elenco.
Novo limite aprovado pela CBF
A regra aprovada prevê oito estrangeiros por rodada em 2027. O número cairá para sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. Botafogo, Fluminense e Vasco votaram a favor da mudança, enquanto Flamengo, Bahia e Londrina foram contra.



