O Banco Central orienta que cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 100 e R$ 200 podem deixar de ter valor dependendo do nível de dano. A regra vale para notas guardadas na carteira, em casa ou em cofrinhos.
Cédulas queimadas, muito rasgadas, cortadas, desfiguradas ou danificadas por líquidos e produtos químicos podem ser retiradas de circulação. Notas com muitos rabiscos, desenhos ou marcas estranhas também podem ser consideradas inadequadas para uso.
Quando a nota ainda pode ser usada
O desgaste causado pelo uso, por si só, não faz a cédula perder o valor. Notas inteiras, ainda que bastante gastas, continuam válidas e podem ser utilizadas normalmente. Depois de recebidas pelos bancos, elas são encaminhadas ao Banco Central para retirada de circulação.
Uma cédula danificada também pode continuar valendo quando é classificada como dilacerada. Para isso, é necessário que exista um único pedaço com mais da metade do tamanho original da nota. Nesse caso, o dinheiro pode ser aceito em pagamentos, depósitos ou trocado pelo valor integral na rede bancária.
Quando não há nenhum pedaço com mais da metade do tamanho original, a cédula é considerada mutilada e não tem valor. Mesmo assim, o Banco Central recomenda que notas nessa condição não sejam descartadas sem avaliação.
A orientação é levar a cédula a um banco quando houver dúvida. A instituição deve recebê-la mediante recibo e enviá-la ao Banco Central, que fará a análise para verificar a situação do dinheiro.
Atendimento ao público
Dúvidas podem ser encaminhadas à Central de Atendimento ao Público do Bacen pelo telefone 145. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, no horário de Brasília, com custo de chamada local, inclusive para celulares.
Também é possível usar o formulário online disponível no site oficial do Banco Central para enviar dúvidas, reclamações ou sugestões.



