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Setor financeiro e ações de luxo pressionam bolsas europeias nesta quarta-feira

Mercados recuaram com petróleo Brent acima de US$ 100 e expectativa de alta de juros pelo Banco Central Europeu.

Setor financeiro e ações de luxo pressionam bolsas europeias nesta quarta-feira

Ações de bancos, empresas de luxo e companhias ligadas ao transporte estiveram entre as principais quedas nas bolsas europeias nesta quarta-feira, 9. O movimento ocorreu em meio à alta do petróleo e do gás natural, à tensão entre Estados Unidos e Irã e à expectativa de uma nova decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE).

O setor bancário caiu 1,77%. Santander recuou 1,11%, BNP Paribas perdeu aproximadamente 1,87% e HSBC teve baixa de cerca de 2%. Também pesaram os receios de uma possível elevação da tributação sobre instituições financeiras em toda a Europa.

Em Paris, Capgemini caiu 4,7%, enquanto LVMH recuou 3,06%, Legrand perdeu 3,93% e Airbus baixou 2,42%. O segmento de luxo teve queda de 2,70% e contribuiu para que a bolsa francesa registrasse o pior desempenho entre as principais praças do continente. Em Milão, Leonardo caiu 3,63% e UniCredit, 0,86%.

Índices fecham em baixa

O FTSE 100, de Londres, recuou 1,31%, para 10.670,06 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,74%, aos 25.554,28 pontos. O CAC 40, de Paris, perdeu 1,94%, para 8.156,67 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 baixou 1,53%, a 19.691,33 pontos. O FTSE MIB, de Milão, caiu 0,58%, para 51.875,24 pontos, enquanto o PSI 20, de Lisboa, recuou 0,38%, aos 9.445,17 pontos. As cotações são preliminares.

Energia e decisão do BCE

O Brent voltou a superar US$ 100, enquanto petróleo e gás avançaram com a intensificação das tensões geopolíticas. A casa de análise ING avaliou que os ataques recentes afastam a possibilidade de retomada das negociações entre Washington e Teerã. O Deutsche Bank alertou que o choque de energia, junto com a seca e as ondas de calor, pode ampliar a pressão sobre a inflação de alimentos nos próximos trimestres.

O mercado considera provável que o BCE eleve a taxa de depósito em 25 pontos-base, para 2,5%, na decisão desta quinta-feira. A Inditex, controladora da Zara, caiu mais de 3% em Madri após indicar que os custos de transporte ainda podem afetar seus resultados, apesar do crescimento das vendas.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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