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Suspeito de matar turista em Ilhéus é alvo de operação contra tráfico

Investigado foi preso na segunda-feira e recebeu novo mandado durante ação que cumpriu 18 prisões temporárias na Bahia e em outros estados.

Suspeito de matar turista em Ilhéus é alvo de operação contra tráfico
Foto: Divulgação/PC-BA

Um homem apontado como uma das chefias do tráfico de drogas em Ilhéus é investigado pelo assassinato de um turista ocorrido em 2023. Ele foi alvo da Operação Quatro Torres, realizada nesta terça-feira (22), contra suspeitos de tráfico e homicídios.

O investigado, que não teve o nome divulgado, havia sido preso na segunda-feira (21), por força de um mandado de prisão preventiva relacionado à morte. Durante a operação, também foi cumprido contra ele um mandado de prisão temporária.

Investigação do homicídio

Maicon Freitas de Oliveira, de 24 anos, saiu de Itapetinga com familiares para uma excursão de turismo durante as festas de final de ano. No trajeto, ele teve um desentendimento com dois homens.

A apuração divulgada pela polícia aponta que, depois do episódio, os envolvidos acionaram outros integrantes do grupo criminoso. Entre eles estavam o suspeito preso e outros dois homens que também atuavam no tráfico de drogas em Itapetinga.

Após a chegada a Olivença, a vítima teria sido levada para uma cabana abandonada, onde foi atacada e assassinada, conforme as investigações.

Dois investigados morreram depois que a Justiça determinou a prisão deles. Wesley Brito de Andrade, de 21 anos, foi morto a tiros em fevereiro de 2024, no bairro Vila Isabel, em Itapetinga. Breno Fiusa de Jesus, de 16 anos, morreu em confronto com policiais civis em julho do mesmo ano, na localidade de Guaibim, em Valença.

Na prisão preventiva cumprida na segunda-feira, foram apreendidos uma motocicleta e um celular, que serão periciados.

Operação Quatro Torres

A operação cumpriu 18 mandados de prisão temporária: 16 na Bahia, além de dois em Sergipe e no Espírito Santo. Seis alvos já estavam presos, enquanto os demais foram capturados durante a ação.

Também foram apreendidos munições, armas, veículos, celulares e mais de R$ 8 mil em dinheiro. A Justiça determinou o bloqueio de bens e valores de 31 pessoas e 11 empresas, em uma medida que pode alcançar R$ 300 milhões.

Entre os investigados estão dois policiais militares e um advogado, todos de Ilhéus. Eles são suspeitos de fornecer informações e apoio às atividades do grupo. A investigação aponta que a organização movimentou R$ 698 milhões nos últimos quatro anos e era comandada por quatro chefes, chamados de “Torres”.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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