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Desprendimento de rochas suspende aulas para 500 alunos em Bela Vista de Minas

Escola fica abaixo de uma antiga pedreira e aguarda novo laudo da Defesa Civil para definir a retomada do calendário letivo.

Desprendimento de rochas suspende aulas para 500 alunos em Bela Vista de Minas
Foto: TV Globo

Cerca de 500 estudantes e 60 funcionários da Escola Estadual Padre Oswaldo de Podestá estão sem aulas há quase um mês, em Bela Vista de Minas, na Região Central de Minas Gerais. A unidade fica abaixo de uma antiga pedreira, onde houve desprendimento de rochas do paredão.

As atividades foram suspensas, e moradores de quatro imóveis próximos à área receberam orientação para deixar as casas. A prefeitura ofereceu hospedagem em uma pousada, mas algumas pessoas decidiram retornar porque não havia previsão de quanto tempo permaneceriam fora.

Análise aponta combinação de fatores

O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Municipal foram acionados após a queda das rochas. A pedido da Defesa Civil Estadual, um geólogo realizou uma análise técnica da área. O relatório concluiu que o desprendimento não foi provocado por uma única causa, como a chuva.

Entre os fatores apontados estão a presença de raízes em fendas e fraturas, a perda de sustentação do solo na base, a inclinação do paredão herdada da antiga pedreira e a possível influência de vibrações provocadas por atividade de mineração atual na região.

Depois de uma reunião com moradores e integrantes da comunidade escolar, o município pediu uma nova avaliação à Defesa Civil Estadual e ao Corpo de Bombeiros. Uma equipe estadual voltou à cidade para vistoriar principalmente a parte superior da pedreira.

Enquanto aguarda o novo laudo, a Defesa Civil Municipal instalou uma barreira para conter ou reduzir a velocidade das rochas em caso de outro deslizamento. A prefeita Samantha Ávila (PSD) informou que a contratação emergencial de uma empresa especializada está em andamento para realizar sondagens e avaliar a estrutura da formação rochosa.

Segundo a prefeita, a equipe da Defesa Civil pediu mais cinco dias para entregar o novo documento. A Secretaria de Estado de Educação informou que a escola permanece preventivamente interditada, conforme as orientações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A comunidade escolar ainda não tem previsão para o retorno das aulas. Fernanda de Oliveira, mãe de um aluno do 9º ano, afirmou que teme prejuízos para a conclusão do ano escolar: “A preocupação é que vai ficar um déficit.”

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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