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Textor defende possível chegada de Lamacchia à SAF do Vasco

Empresário considera normal o vínculo familiar com Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, alvo de questionamentos do Flamengo.

Textor defende possível chegada de Lamacchia à SAF do Vasco

John Textor avaliou como normal a possível chegada de Marcos Lamacchia à Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco da Gama, apesar dos questionamentos apresentados pelo Flamengo. O empresário é filho de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, e de Leila Pereira, presidente do Palmeiras.

Textor afirmou que o Vasco merece um investidor de grande porte e destacou o trabalho de Leila Pereira no Palmeiras. Para ele, a família poderia ser uma boa opção para conduzir o clube, embora tenha dito que não acompanha de perto as tratativas.

“Leila fez um trabalho incrível no Palmeiras”, declarou Textor. Ele também defendeu que o Vasco encontre uma SAF estruturada e um parceiro melhor do que a 777. O empresário afirmou ainda que deseja uma disputa justa entre os rivais.

Negociação da SAF

As tratativas para a venda da SAF vascaína estão avançadas. A empresa de Marcos Lamacchia, a Almirante Participações, atua como stalking horse bidder, expressão usada para definir a proposta que estabelece um valor mínimo em um processo judicial de alienação.

A negociação é contestada pelo Flamengo e por setores do Palmeiras devido ao vínculo familiar entre Marcos Lamacchia, Leila Pereira e José Roberto Lamacchia. A operação também tem o aval de José Roberto Lamacchia, que já emprestou R$ 82 milhões ao Vasco.

Marcos Lamacchia mantém uma postura discreta nas negociações, mas participa do processo. “Estou à espera da Justiça para liberar o leilão, a fim de transformarmos o Vasco”, afirmou.

Situação de Textor no Botafogo

John Textor não está mais à frente da administração da SAF do Botafogo. O afastamento da gestão diária ocorreu em abril de 2026, por decisão do Tribunal Arbitral da FGV. Em julho do mesmo ano, houve a destituição do Conselho de Administração.

O caso começou após disputas societárias com a Eagle Football Holdings (EUA). O tribunal também considerou que medidas adotadas por Textor poderiam causar danos irreparáveis aos acionistas.

Ao mencionar Palmeiras e Flamengo, Textor citou os modelos associativos dos clubes, que mantêm departamentos sociais fortes e categorias de base estruturadas.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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