O Flamengo anunciou neste sábado (12) que Lucas Paquetá será o novo dono da camisa 11. O número estava sem um jogador definido desde a saída de Everton Cebolinha para o Santos.
Paquetá já havia usado a camisa no começo da carreira pelo clube. Em 2018, antes de ser negociado com o Milan (ITA), ele vestiu o número na despedida do Flamengo. Na volta ao time, em 2026, ficou com a 20, porque Cebolinha já utilizava a 11.
Cebolinha passou a usar a numeração em 2023, um ano depois de ser contratado. Quando chegou ao Flamengo, em 2022, a camisa pertencia a Vitinho, que acabou negociado. O atacante vestiu o número durante as campanhas dos títulos da Libertadores em 2019 e 2022, além do tetra do ano passado.
História da camisa 11
A camisa também foi usada por nomes marcantes da história do Flamengo. Romário, um dos maiores artilheiros do clube, marcou 204 gols com a equipe. Renato Abreu, campeão da Copa do Brasil 2006, também vestiu o número.
Lico usou a 11 no time campeão do mundo em 1981. No Brasileirão de 1987, foi a vez de Zinho, que seria tetracampeão com a Seleção Brasileira em 1994.
Para Pedro Paulo Catonho, jornalista, a numeração carrega uma responsabilidade importante dentro do clube. “A camisa 11 do Flamengo é muito pesada e tem muita história”, afirmou em entrevista.
Catonho também destacou que Paquetá conhece a dimensão de defender o Flamengo desde pequeno e citou o período em que o jogador usou a camisa, em 2018. O meia retorna ao número após a passagem de Cebolinha, que permaneceu com a 11 por quase quatro anos no clube.



