A avaliação sobre o futuro da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo é de que será preciso mudar a mentalidade, os nomes e o estilo de jogo no novo ciclo com destino a Espanha, Portugal e Marrocos. A análise aponta que Marquinhos, Raphinha e Bruno Guimarães representam uma equipe fracassada, de ritmo lento e futebol cadenciado.
A Austrália foi citada como exemplo de equipe que atuou com mais vontade e velocidade. A crítica questiona a expectativa de que o Brasil possa vencer sem intensidade, apenas trocando passes para os lados e reproduzindo o ritmo associado à Seleção de 70. “A mentalidade precisa ser outra”, diz a avaliação.
Divisão de Acesso
Na análise sobre a competição, o melhor Santa Cruz da primeira fase teria dois zagueiros, e não três. No Galo, a formação destacada teria Jean Carlo de um lado e Josué do outro, sem Lucas Severo. Josué também foi apontado como um dos principais jogadores da equipe.
Juliano, considerado o melhor atleta do time do meio para a frente, poderia atuar aberto pelo lado esquerdo, com Pepeto no lado oposto. A avaliação mantém a confiança no acesso, mas considera que a classificação não será fácil, embora também não seja uma missão impossível.
Grêmio e Internacional
A paralisação do Campeonato Brasileiro alterou para pior a situação de Grêmio e Internacional. Faltam dez rodadas, e os dois clubes estão juntos na zona de rebaixamento pela primeira vez desde a era dos pontos corridos, implantada em 2003.
Vasco e Mirassol também aparecem como equipes que melhoraram o rendimento nas últimas rodadas. A análise considera que a tabela não apresenta injustiça e afirma que Grêmio e Internacional têm jogado pouco.
A orientação aos torcedores é apoiar os times e lotar os estádios enquanto a luta contra o rebaixamento continua. No Grêmio, a esperança está ligada à mística de Renato, enquanto a Arena recebeu grande público na reestreia do treinador contra o Palmeiras. O Internacional anunciou Eduardo Baptista, que ainda precisará conquistar a confiança da torcida.




