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Lucas Rangel leva robô humanoide de R$ 230 mil ao Rock in Rio

Influenciador afirma que o equipamento se pagou com conteúdos e acompanha o robô, apelidado de Juan, em eventos e programas.

Lucas Rangel leva robô humanoide de R$ 230 mil ao Rock in Rio
Foto: Victor Chapetta/Brazil News

Lucas Rangel, de 29 anos, levou um robô humanoide chinês ao Rock in Rio nesta sexta-feira (4). O equipamento, que custou cerca de R$ 230 mil, foi com o influenciador à Cidade do Rock para acompanhar os shows de Foo Fighters e Rise Against.

Conhecido como Juan entre os seguidores, o robô aparece em vídeos de Rangel e também o acompanha em eventos, idas ao supermercado e programas de TV. O equipamento é um G1 e, conforme as informações da fabricante, pode atuar de forma autônoma em ambientes industriais e comerciais, além de realizar tarefas repetitivas em fábricas, escritórios e outros locais.

O humanoide também pode ser controlado remotamente, o que permite seu uso em áreas de risco. Para os fãs de Lucas, o robô se tornou um dos personagens recorrentes dos conteúdos do influenciador.

Compra como investimento profissional

Questionado sobre as críticas ao preço, Lucas disse que considera a compra um investimento profissional. “Graças a Deus, ele já se pagou”, afirmou. Ele explicou que utiliza o equipamento nas produções e que o público reage bem à presença do robô.

Lucas também falou sobre a relação criada com o humanoide e disse que passou a acompanhá-lo como um personagem. “Para mim, ele tem uma personalidade”, brincou o influenciador.

Casado com Lucas Bley desde 2024, Rangel é pai de Mia, de 11 meses. Ele afirmou ainda que acompanha a evolução do equipamento desde que o comprou.

Sobre os efeitos da tecnologia e da inteligência artificial no mercado de trabalho, Lucas declarou que o robô, da forma como funciona atualmente, não substituirá o trabalho de ninguém. Para ele, a evolução tecnológica não pode ser revertida, e a sociedade precisa aprender a conviver com ela.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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