O destino do Conde Vlad foi definido em um confronto com o Capitão Jonas Rocha, no fim de Vamp. Possuído pelo corpo de Gerald, o líder dos vampiros tentou morder o bebê Lipinho, mas acabou derrotado com a Cruz de São Sebastião e uma estaca cravada no peito.
A novela estreou em 1991 e foi criada por Antonio Calmon. Ambientada em Armação dos Anjos, cidade litorânea fictícia, a produção combinava humor, mistério, suspense e rock. Ney Latorraca interpretava Vladimir Polanski, o temido comandante dos vampiros.
O fim de Vlad
Na sequência final, Jonas Rocha, vivido por Reginaldo Faria, usou a Cruz de São Sebastião para concentrar forças e atingir o conde. A estaca atravessou o peito de Vlad, que teve sua essência destruída pela energia mística.
O vilão terminou transformado em cinzas, enquanto o bebê foi salvo. Na história, Gerald era interpretado por Guilherme Leme.
Cinco atores que morreram
Ney Latorraca morreu em 26 de dezembro de 2024, aos 80 anos. O ator, que também construiu carreira no teatro e no cinema, teve complicações provocadas por uma sepse pulmonar. Em Vamp, ele deu vida ao Conde Vlad.
Cleide Yáconis interpretou Dona Virgínia, sogra do Capitão Jonas Rocha. A atriz morreu em 15 de abril de 2013, aos 89 anos, depois de sofrer uma isquemia cerebral. Ela nasceu em Pirassununga (SP), em 14 de novembro de 1925, e começou a carreira profissional em 1950.
Felipe Pinheiro viveu Giron, produtor de Natasha, personagem de Cláudia Ohana. Ele morreu em 1º de novembro de 1993, aos 33 anos, após um ataque cardíaco. O ator foi encontrado em seu apartamento no Rio de Janeiro e, naquele período, estava no ar em Olho no Olho.
Francisco Milani interpretou Max, dono de uma lanchonete de Armação dos Anjos que se tornou vampiro ao longo da trama. Nascido em São Paulo (SP), em 19 de novembro de 1936, ele morreu no Rio de Janeiro em 13 de agosto de 2005, aos 68 anos, por complicações de um câncer.
Paulo Gracindo foi o bandido Arlindo Matoso, conhecido como Cachorrão, que também acabou transformado em vampiro. Nascido no Rio de Janeiro e criado em Maceió, o ator morreu em 4 de setembro de 1995, aos 84 anos. Antes da televisão, ele se destacou na Rádio Nacional como o personagem Primo Rico, do humorístico Balança Mas Não Cai, e depois interpretou Odorico Paraguaçu em O Bem-Amado (1973).



