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Biógrafa diz que Freddie Mercury poderia ter mantido o Queen no estúdio

Lesley-Ann Jones relembrou a passagem do Queen pelo Rock in Rio e os planos que Freddie Mercury poderia ter seguido na carreira.

Biógrafa diz que Freddie Mercury poderia ter mantido o Queen no estúdio
Foto: Divulgação

A biógrafa Lesley-Ann Jones afirma que Freddie Mercury provavelmente teria continuado trabalhando com o Queen no estúdio caso não tivesse contraído HIV e desenvolvido aids. A escritora também diz que o cantor não gostava de fazer turnês e considerava-se velho para uma estrela do rock.

Freddie morreu aos 45 anos, em 1991. As informações foram relatadas por Lesley-Ann em entrevista sobre sua biografia mais recente, Com amor, Freddie: A vida e o amor secreto de Freddie Mercury (2025), baseada em diários do artista entregues a ela por uma mulher identificada como B., que afirma ser filha do cantor.

A passagem pelo Rock in Rio

O Queen se apresentou no Rock in Rio em 11 e 18 de janeiro de 1985. Em uma das apresentações, Freddie cantou Love of My Life (1975) acompanhado pelo coro de uma multidão de 300 mil pessoas.

Lesley-Ann conta que não esteve no festival. Na época, era uma repórter novata e outros jornalistas foram escolhidos para cobrir o evento. Ela será uma das atrações da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026, em 10 de setembro, ocasião em que falará sobre suas experiências com Freddie e B.

B morreu em janeiro deste ano, vítima de câncer. Segundo a biógrafa, a mulher enfrentou uma reação negativa após revelar sua suposta relação com o cantor e não chegou a acompanhar a recepção do livro no Brasil.

O futuro do Queen

Lesley-Ann diz que B discordava da possibilidade de Freddie deixar a banda para fazer apresentações esporádicas. Para ela, a relação com o Queen era central na vida do cantor. Brian May, Roger Taylor e John Deacon completavam a formação inicial do grupo.

A autora descreve a dinâmica entre os integrantes como intensa e marcada por discussões no estúdio. Cada um dos quatro músicos compôs sucessos, e a biógrafa avalia que a combinação entre eles era essencial para o resultado alcançado pela banda.

Na avaliação de Lesley-Ann, o Queen poderia ter gravado mais alguns álbuns enquanto Freddie ainda tivesse voz. Ela afirma que o cantor a utilizava com muita intensidade e que esse esforço poderia provocar desgaste com o tempo. A escritora também citou as gravações de Freddie com a soprano espanhola Montserrat Caballé (1933-2018).

A biógrafa lembrou ainda o Live Aid, realizado em julho de 1985. Mesmo em um período de dificuldades internas e com projetos solo dos integrantes, o Queen teve a apresentação de maior sucesso do evento. Depois disso, o grupo decidiu sair em turnê em 1986.

Segundo Lesley-Ann, Freddie já havia recebido o diagnóstico e estava com a saúde debilitada. A turnê acabou interrompida, enquanto ele continuava trabalhando, inclusive nas gravações com Montserrat Caballé.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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