A OpenAI decidiu concentrar esforços na segurança da inteligência artificial antes de avançar com uma oferta pública inicial de ações. O CEO da empresa, Sam Altman, afirmou que a companhia não abrirá capital em 2026 e que a operação não deve ocorrer antes de 2027.
Altman classificou como “inoportuna” a realização do IPO ainda neste ano. A declaração estabelece um novo horizonte para a listagem, que até então permanecia sem prazo definido pela empresa.
A OpenAI havia protocolado de forma confidencial um pedido para realizar a oferta pública inicial em junho. Mesmo com o documento, a companhia mantinha em aberto o momento de sua entrada no mercado de ações.
Prioridade na segurança
A decisão está ligada à prioridade dada aos trabalhos de segurança da IA, em vez da preparação imediata para o IPO. A empresa considera que o desenvolvimento seguro dessas tecnologias envolve desafios e riscos que exigem tempo e investimentos significativos.
A OpenAI também aponta a necessidade de garantir que seus sistemas sejam robustos, éticos e alinhados aos interesses humanos. Entre as tecnologias associadas à companhia está o ChatGPT.
Com a postergação, os trabalhos relacionados à segurança passam à frente da oferta pública inicial no planejamento da empresa. A afirmação de Altman reforça uma postura cautelosa diante do desenvolvimento da inteligência artificial e define que a abertura de capital não acontecerá antes de 2027.




