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A rotina que levou Sara Botkin para longe das Torres Gêmeas em 2001

Vinte e cinco anos depois, Sara administra uma empresa na Pensilvânia, é mãe de três filhos e ainda guarda o CD ligado à sua fuga.

A rotina que levou Sara Botkin para longe das Torres Gêmeas em 2001
Foto: Reprodução/People

A história de Sara Botkin ganhou a atenção de Mariah Carey depois que a compra de um CD mudou a rotina da corretora em 11 de setembro de 2001. Dias após os ataques, a cantora enviou à fã outro CD autografado e uma foto.

Sara trabalhava temporariamente como corretora de seguros no World Trade Center e planejava chegar mais tarde ao serviço para passar em uma loja de música. Quando alcançou o térreo, a torre norte das Torres Gêmeas já havia sido atingida. Avisada sobre o que ocorrera, ela voltou para o Queens antes de a torre sul, onde trabalhava, ser atingida pelo segundo avião.

A Aon Corporation, empresa em que Sara atuava, teve 176 vítimas nos ataques. O episódio deixou quase 3.000 mortos. Ovi, namorado de Sara na época, ficou desesperado ao pensar que ela poderia estar entre as vítimas.

Dois meses depois, Sara saiu de Nova York e retornou para Pittsburgh. O relacionamento com Ovi avançou após o atentado: ele a pediu em casamento duas semanas depois, e os dois se casaram em dezembro de 2001. “O 11 de setembro definitivamente acelerou nosso relacionamento”, afirmou Sara.

Hoje, aos 49 anos, Sara é proprietária e presidente da Botkin Family Wealth Management, empresa de planejamento financeiro e gestão de investimentos localizada na Pensilvânia. Ela tem três filhos com Ovi: Henry, de 16 anos; Alex, de 13; e Charlotte, de 7.

Música e memória

Antes de trabalhar no mercado de seguros, Sara havia se formado em música pela Universidade da Virgínia, em 1999, e se mudado para Nova York. Ela fazia trabalhos como cantora, incluindo apresentações com o Coral Nacional do Lincoln Center e performances como elfo em saguões de escritórios. Ovi trabalhava como garçom.

Sara ainda guarda o CD comprado naquela manhã. Ela contou que se sente grata por ter sobrevivido, mas reserva todos os anos um período para lidar com a tristeza relacionada ao atentado. “Para mim, o 11 de setembro é uma lembrança, mas para muitas outras pessoas, é um pesadelo do qual não conseguiram acordar porque perderam pessoas que amavam”, disse.

A fã sonhava em ser cantora e tentava se sustentar com a própria arte quando conseguiu o emprego temporário. Mariah soube do episódio e decidiu enviar a lembrança autografada. Sara afirmou que, naquele momento, pensou que a vida nunca mais seria a mesma e questionou quem ainda se importaria com música pop. Depois, segundo ela, a vida voltou ao normal.

Texto produzido pela Redação Pauta Viva com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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