Jeniffer Nascimento afirmou que ainda enfrenta dificuldades para reconhecer a própria importância na dramaturgia nacional depois de ser apontada como a segunda celebridade mais influente do Brasil. O ranking foi elaborado na 8ª edição do estudo Most Influential Celebrities & Creators (MIC), da Ipsos, que colocou Grazi Massafera em primeiro lugar e Fernanda Montenegro em terceiro.
A atriz, que está no ar em Quem Ama Cuida, contou que inicialmente desconfiou da informação. Ela também destacou que passou a ocupar o posto após estrear como protagonista em Êta Mundo Melhor! (2025).
“Fiquei sabendo que fui considerada a segunda celebridade mais influente do Brasil em 2026.”
Jeniffer disse que a notícia a fez refletir sobre o caminho percorrido desde o início da carreira. Segundo ela, um amigo havia observado que sua dedicação foi tão intensa que ela ainda não teria percebido até onde havia chegado.
A atriz relembrou que começou a trabalhar aos cinco anos e enfrentou recusas, golpes e dificuldades para conquistar espaço. Paulistana e criada na Cohab (Companhia de Habitação Popular) 1 de São Paulo, ela afirmou que, durante muito tempo, confundiu humildade com não celebrar suas próprias vitórias.
“A gente não pode ter vergonha de celebrar as nossas conquistas”.
Jeniffer contou que seu primeiro salário na área foi de R$ 35 e que, em diferentes momentos, deixou a vida pessoal em segundo plano para se dedicar ao trabalho. Ela também afirmou ter ouvido que precisaria ser três vezes mais eficiente para entrar em espaços que, segundo relatou, não eram destinados a ela.
Atualmente, a artista atua como atriz, cantora, apresentadora e dubladora. Também disse que trabalha em outros idiomas, aprendidos ao longo da trajetória, e que influencia pessoas por meio de suas convicções. Para Jeniffer, a arte tem capacidade de transformar as pessoas, e a dedicação acumulada explica o reconhecimento obtido no estudo.



